Referências visuais





Jessica Tremp, Fidget, 2013.

Jessica Tremp, Ingrid's nest, 2011.


A primeira fotógrafa relacionada com o tema é Jessica Tremp. Nascida na Suíça, Tremp é uma fotógrafa autodidata que é adepta de fotografias com temas relacionados à natureza. A fotógrafa adora trabalhar com a luz natural em seus trabalhos e diz que tal luz “da a ela a liberdade de fotografar mais espontaneamente  e organicamente". Com fortes influencias teatrais, um romantismo pulsante e paixão pela natureza, Tremp começou então a criar sua arte na fotografia. Em vários trabalhos ela se usa como modelo, com  preferencia por uma abordagem orgânica com o objetivo de cria uma autenticidade emocional no espectador. Suas imagens foram destaque em revistas on-line e impressão em todo o mundo, incluindo 'Shots' (América), Revista Photo Fine Art (Alemanha). Ela foi uma das cinco finalistas do '2010 'Projeções na categoria artes para melhores fotógrafos emergentes na Austrália e ganhou o ouro no Paris "Prix de la Photographie", na seção retrato e auto retrato em 2011.
Jessica Tremp, Jennifer thorn, 2011.
Sua primeira exposição individual foi em Sydney para Mick Gallery, em novembro de 2011.
 Ela possui um projeto paralelo de fotografias de casamento, que seguem com a sua essência fotográfica de espontaneidade e fluidez. Atualmente reside em Melbourne, Austrália.
Jessica Tremp, Over into silence, 2012.


Jessica Tremp,
'the argument with spring' & 'gauge' , 2012.









Outra Artista que criou trabalhos relacionados é Ana Mendieta. Nascida em Havana em 1948, a jovem teve uma trajetória artística curta, morrendo em 1985 em Nova York. Mendieta desenvolveu várias performances e earth body works. Fez uma série chamada "Silueta", são mais de cem obras em que Mendieta faz a silhueta de seu corpo aparecer em meio à natureza: no chão gramado, na terra batida ou na lama, na areia, na água. A imagem abaixo foi fotografada em Yagul, no México. Esta peça é diferente dos outros trabalhos da série, em que seu corpo está totalmente presente aqui, em vez de apenas representado como uma silhueta efêmero que marca onde ela já foi. Esses locais são importantes, pois traçar um caminho pessoal entre os lugares que ela se identifica. 
Ana Mendieta, Imagen de Yagul,  1973.
Mendieta usa o seu corpo como um canal para tratar de questões de vida, morte e regeneração, temas que ela aludiu a todo sua carreira."O corpo feminino é representado em uníssono com a natureza, como criador e criado. É de seu corpo que as flores brotam e florescem, o simbolismo que poderia ser interpretado como um sinal de fertilidade."
Ana Mendieta, Série árbol de la vida, 1973-1980.

Ana Mendieta,1948 - 1985 Untitled (Creek #2), San Felipe, Mexico, 1974.
Super-8 colour, silent film transferred to DVD
running time: 3 minutes, 30 seconds

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